quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Itan a Oiyá

Oya o, Oya alágbara
Oh, Oya, a poderosa.
Oya a dan bina láàrin òrù, aláse biribiri
Oya que brilha como fogo durante a madrugada e que possui intensa força
Oya o, Oya aláse
Oh, Oya, que possui o axé.
Oya, olòre mi à jí ki,
Oya, a minha benfeitora a ser louvada pela manhã.
A towo efòn gbe.
Oya, que tem a força para carregar o chifre do búfalo.
Oya o, Oya aláse
Oya, oh, Oya, aquela que possui axé.
Oya, tó gesin Ogún w'òlú
Oya, que entrou na cidade montada num cavalo de guerra.
Oya alágbara,
Oya, a poderosa.
Oya, à rèmo rè lékùn owó,
Oya, que tranqüiliza os filhos, dando-lhes dinheiro.
Oya, à rèmo rè lékùn àláfíà
Oya, que tranqüiliza os filhos dando-lhes àláfíà.
Oya o, Oya aláse,
Oya Oh Oya, que possui o axé, Oya.
Oya alágbara inú aféfé.
Oya, a poderosa que vive no vento.
Oya o
Oh, Oya.
Oya alágbara obìnrín Ogun,
Oya, a mulher guerreira e poderosa, esposa de Ogun
Egun dúdú orí odò
Oya, orixá poderoso, sentada no pilão.
Oya a bá ní sòrò má tan ní je
Oya, que fala conosco sem nos enganar.
Oya o, Oya aláse
Oya, oh, Oya, aquela que possui o axé.
Oya a birun lórí bí adé e,
Oya, cuja trança é bonita como uma coroa.
Oya o
Oh, Oya.
Oya aláse,
Oya Oya, que possui o axé, Oya.
Oya to wo èwù ilikè.
Oya, que veste roupa feita de contas preciosas.
Oya o
Oh, Oya.
Oya aláse,
Oya Oya, aquela que possui o axé, Oya.

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